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R-Sertaneja sempre ligada a Melhor Rádio de se Ouvir.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Alma Serrana.

Alma Serrana.
O Novo Som do Alma
Já chegou o novo cd do Alma pra dançar vaneira baixe e confira o novo som com uma mistura de sons do mato grosso do sul ,gaúchos ,latinos e eletrônicos.
Tudo começou com a cara e com a coragem e muita dedicação. E já são 14 anos de trabalhos, de ensaios, de estradas e de muita fé e novos horizontes se abrindo a cada dia. Esse é o lema do Alma Serrana, pôr literalmente a alma em tudo o que faz. Hoje são em média 10 shows por mês e muitos quilômetros rodados para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso e Rondônia.

sábado, 26 de março de 2016

Rony e Robson.

Rony e Robson.
            Aqui vai um pouco da vida de Rony antes da formação da dupla Rony e Robson.
Rony, natural de Monte Belo – MG veio de uma família muito pobre, mas formada de músicos. Seus pais e irmãos gostavam de tocar e cantar. Durante a semana todos trabalhavam como bóias frias, e nos finais de semana, formavam uma orquestra de cantores.
Seus pais resolveram mudar-se para o Paraná (Abatiá). Rony que já com 7 anos cantava nessa época, formou sua primeira dupla com seu irmão mais velho (9 anos). Sendo da família Barbosa, seu pai colocou o nome da dupla de Barbosa e Barbosinha. Mesmo ainda pequeno, já tinha estilo próprio, cantavam alto e com falsete. Seu pai os levou para cantar em bares e shows políticos, os irmãos cantaram juntos por 4 anos, quando Rony quis tentar a carreira em Londrina, seu irmão não quis.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Mineiro e Manduzinho

 Mineiro e Manduzinho
A primeira formação da dupla Mineiro e Manduzinho surgiram por volta de 1954, tendo vencido um Festival da Rádio Record de São Paulo. O Mineiro era na verdade o compositor Alcindo Freire que compôs diversas músicas que foram gravadas por renomadas duplas caipiras tais como Vieira e Vieirinha e Zilo e Zalo, e Euclides Leite de Andrade (Manduzinho).
Mineiro e Manduzinho gravaram em 1955 seu primeiro disco 78 RPM pela RCA Victor, com as músicas "Rosa Traiçoeira" e "Preto de Alma Branca". No mesmo ano, gravaram mais quatro discos 78 RPM também na RCA Víctor.
Foi Teddy Vieira que lançou a dupla e também assinou 8 das 10 músicas gravadas nos 5 discos de 78 rpm na RCA-Víctor.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Marcinha França

Marcinha França
Márcia Oliveira Custódio, natural de São Paulo, iniciou sua carreira artística na infância ao lado de seu pai Marcio França (in memória), trazendo na bagagem a experiência de todos os gêneros da autentica música sertaneja, subindo ao palco ao lado de grandes nomes da música do segmento como Tião Carreiro e Pardinho, Sérgio Reis, Daniel, Teodoro e Sampaio e outros. Hoje, voltando a estrada com o carisma e talento herdado de seu pai, não poderia haver herança melhor. Com o tempo,
o aperfeiçoamento desta arte fica mais nítido nesta grande artista que chega a este CD intitulado "Fica Comigo". É notório o resultado desta evolução e os cuidados de estúdio teve a mão do grande mestre Ronaldo Adriano, cujo resultado você pode comprovar e, além desta indispensável produção, também assina grande parte do repertório deste disco onde Marcinha pode mostrar de forma surpreendente sua maneira de interpretar grandes músicas consagradas, como também as inéditas, acrescentando sua personalidade. E como a arte sempre se renova eis aqui um fruto desta renovação.

Luis Bordon:

quarta-feira, 2 de março de 2016

Luiz Faria e Silva Neto:

Luiz Faria e Silva Neto:
Luiz Faria da Silva, nascido em Flórida Paulista, no interior do estado de São Paulo, no dia 05 de março de 1948, e Evaristo Cândido da Silva Neto, nascido em Pompéia, também no estado de São Paulo, no dia 05 de setembro de 1933.
Luiz Faria trabalhou durante 22 anos como supervisor técnico de frotas na D-Paschoal, empresa para a qual continua prestando serviços como autônomo. Evaristo é armador na construção civil e, dentre diversas atividades, trabalhou na construção da pista ascendente da Rodovia dos Imigrantes (que liga o Litoral Paulista à Grande São Paulo), na década de 1970.