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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Leôncio e Leonel 11/11/11


Leôncio e Leonel
Leôncio - São Paulo - 
Leonel - São Paulo
Cantores. Dupla sertaneja. Compositores.
Começaram a cantar ainda crianças, Leôncio aos oito e Leonel aos 15 anos.
Foram trabalhadores agrícolas em plantações de café.
Somente conseguiram chance para atuar artisticamente depois dos 20 anos.
Foram apresentados a Nhô Crispim por Teddy Vieira e Euclides Riqueza. Apresentaram-se, então, na Rádio América, cantando no programa "Alvorada Sertaneja", comandado por Nhô Crispim.
Também na Rádio América se apresentou no programa "Amanhecer da minha terra” dirigida pelo Comendador Biguá. Começam a fazer sucesso. Gravaram o primeiro disco em 1958, pela Chantecher, interpretando a moda de viola "Boi fumaça", de Sulino e Moacir dos Santos e o cururu, "Morena de Casa Branca", de Raul Torres e Sebastião Teixeira.


O nome artístico da dupla "Leôncio e Leonel" foram escolhidos pela dupla de grande sucesso Tonico e Tinoco. Em 1959, gravou a toada "Carro de boi", clássico de Teddy Vieira e João Pacífico.
Em 1960, gravaram "Tragédia de Goiás", de Carreirinho e Teddy Vieira. Gravaram diversas obras do compositor Moacyr dos Santos, entre as quais, "O pobre e o rico", de Moacyr dos Santos, e Sulino, "Programa da fé" e "A viola e o estudante", essa de Moacyr dos Santos e Leôncio.
Seu repertório era composto principalmente de toadas, embora tenham gravado também, modas de viola, cateretês, pagodes e outros ritmos. 
A viola e o estudante (Moacir dos Santos e Leôncio) • Bambolê baiano (Roque de Almeida e Leôncio) • Deixe que eu chore (Tuta e Leôncio) • Lavoura da saudade (Leôncio e Leonel) • Querida (Tuta e Leonel) • Seresteiro do amor (Benedito Seviero, Leôncio e Leonel) • Último bilhete (José Fortuna e Leonel) • Via sacra no sertão (Roque de Almeida e Leonel)

Carlos César e Cristiano.
Dupla sertaneja. Composta pelos cantores e compositores 
Ambos naturais de São Paulo.
A dupla foi formada no final da década de 1970, quando os dois começaram a cantar juntos em reunião de amigos e constataram que possuíam uma harmonia muito boa.
Antes mesmo de gravar o primeiro disco, a dupla já fazia sucesso e assinou um contrato com Governo do Estado de São Paulo que durou até o ano de 1982, pelo qual percorreram o interior paulista, apresentando-se em diversas cidades.
Gravou seu primeiro disco em 198, pelo selo Brasil Rural, o LP "Cowboys andarilhos" no qual registraram as músicas "O vai e vem do carreiro" e "Berrante de ouro", de Carlos César e José Fortuna, que logo se tornaram clássicos da música sertaneja; "Mundo de dor", de Carlos César; "Cavalinho de pau", de Amaraí e Clóvis Brunelli; "Boiadeiro errante", de Teddy Vieira; "Menina da favela", de Carlos César e Morgado; "Cachoeira", de Jaime Sandoval e José Homero e "Pássaro tiuí", de Ritanguá, Carlos César e Paulo Roberto Aiello, além de versões de sucessos latinos como "Mercedita", de Belmonte  para composição de Ramon Sixto Rios e "Tu solo tu", de J. A. Gimenes, versão de Carlos César.
No mesmo ano, a dupla participou, juntamente com outros artistas, do LP "Brasil sertanejo", do selo Brasil Rural, interpretando as músicas "Natal sertanejo", de Carlos Cezar e José Fortuna, e "Noite Feliz (Silent Night)" em versão de José Fortuna e Carlos Cezar. Em 1982.
Ainda pelo selo Brasil Rural, foi lançado o LP "O forasteiro", com música título de Carlos César, José Fortuna e Virgínia Kheer, disco no qual também interpretaram "Escola de peão", de Carlos César e José Fortuna; "Coração sem coração", de Carlos César; "Moça caminhoneira", de Carlos César e José Fortuna; "Mundo velho sem porteira", de Carlos César, Osvaldo Bettio e Milton Nellis, e "Velha canoa", de Crisostomo e Belmonte, entre outras.
Ainda em 1982, a dupla participou de duas coletâneas. Na primeira, o LP "O som do sertão em FM", pelo selo Brasil Rural, foram incluídas as músicas "Berrante de ouro", de Carlos César e José Fortuna; "Mercedita", de Ramon Sixto Rios e Belmonte; "O homem e a natureza", de Hedy West e José Fortuna, e "Cachoeira", de Jaime Sandoval e José Homero.
 No outro disco, o LP "Meu pedacinho de chão" lançado pelo Som Livre, e que contou com as participações, entre outras, das duplas, Pena Branca e Xavantinho, Léo Canhoto e Robertinho, César e Paulinho, e Chico Rey e Paraná, foi incluída a gravação "Vai e vem do carreiro".
Em 1983, participou de outra coletânea, "Paraíso sertanejo", da Veleiro/CBS com a música "Moça Caminhoneira".
Esse disco contou entre outras, com as participações das duplas Milionárias e José Rico, Juliano e Jardel, Pedro e Paulo, Dino Franco e Murai, Praião e Prainha, Irmãs Freitas e Voninho, e Pena Branca e Xavantinho. Em 1984, pela gravadora Continental, a dupla lançou o LP "O filho do caminhoneiro", música título de Carlos Cezar e Sebastião Ferreira da Silva, no qual cantaram as músicas "Boiadeiro mentiroso", de Cristiano e Carlos Cezar; "Que será será", uma versão de Nadir Corte Real para a música "Whatever Will be Will be", de Jay Livingston e Ray Evans; "Lembrança", de José Fortuna; "Alma de cigarra", de Carlos Cezar e Paulo Gaúcho; "Começo do fim", de Cristiano e Aida dos Santos; "Amor na relva", de Cristiano e José Raimundo; "Que pobre tão rico", de Carlos Cezar e Waldemar de Freitas Assunção; "Vaqueiro velho (A vida de Taf)", de Téo Azevedo e Thais de Almeida e "Ídolo - Tributo a Elvis Presley", de Carlos Cezar e Djalma Chaves.
Nessa época, a dupla encontrava-se em pleno sucesso, tendo participado de quatro coletâneas de sucesso sertanejo: "A grande parada sertaneja - Volume 3", da Chantecher, da qual participaram entre outras, as duplas, Milionário e José Rico, Irmãs Freitas, Irmãs Galvão, e Matogrosso e Mathias. Nesse disco interpretaram a clássica moda –de -viola "Os três boiadeiros", de Anacleto Rosas Júnior.
Já na coletânea "A grande parada sertaneja - Volume 4", também da Chantecher, que contou entre outras com as duplas Tião Carreiro e Pardinho, Duo Ciriema e Duduca e Dalvan, interpretaram a moda "Moça caminhoneira", de Carlos Cezar e José Fortuna; em "O melhor da música sertaneja", da gravadora Fermata, interpretaram a clássica moda –de -viola "Boiadeiro errante", de Teddy Vieira. Finalmente na coletânea "Especial sertanejo - Volume 2", do selo Seta, que contou com nomes como Milionário e José Rico, Duduca e Dalvan, Léo Canhoto e Robertinho, Almir Rogério, Suzamar, Marcelo Costa, e Chrystian e Ralf, interpretaram a toada "Expresso boiadeiro", de Carlos Cezar e José Fortuna. Em 1985, a dupla lançou pela Continental o LP "Pedra 90", música título de Carlos César.
O disco contou ainda com outras composições da dupla como "Caixinha de Ciúmes", de José Fortuna e Carlos César; "Existe alguém pra mim" e "Cara e coragem", de Carlos Cezar e Virgínia Kheer; "Tanta água tanta sede", de Carlos Cezar e Cristiano; "Os cowboys andarilhos", de Carlos Cezar e Paulo Lobo; "Grito aberto (Yo soy Purahei)", de Maurício Cardozo O campo, com versão de Carlos Cezar, e "Vidinha", de Cristiano, além de "O caminhoneiro", de Jack, e "Retalhos de amor", de José Fortuna. No ano seguinte, tomaram parte da coletânea "Especial sertanejo - Volume 5" da Chantecher, juntamente com artistas como Dalvan, Matogrosso e Mathias, Cleyton e Cristiane, Ataíde e Alexandre, Irmãs Barbosa, Lourenço e Lourival, Tião Carreiro e Pardinho, Milionário e José Rico, Roberta Miranda, Chrystian e Ralf, Irmãs Galvão, César e Paulinho, e Marcelo Costa.
 Nesse disco cantaram a toada "Pedra 90", de Carlos César. Em 1988, pela Continental, foi lançado outro LP, dessa vez com o nome da dupla no qual gravaram novas composições deles mesmos como "Pro que der e vier", de Carlos César e Sebastião Ferreira da Silva; "Luzes e espelhos", de Carlos César e Wally; "Momento do adeus", de Carlos César e Virgínia Kheer; "Noite do esquecimento (En La ventana)", de R. S. Campo e T. Cocomarola, com versão de Carlos César e Virgínia Kheer; "Misto quente", de Virgínia Kheer e Cristiano, e "É fácil dizer adeus", de Cristiano, além de composições de autores que naquele momento começavam a se destacar no universo sertanejo como "Blefe", de Joel Marques; "Prisão", de César Augusto; "Agarrados", de Joel Marques e Carlos Franco; "A primeira vez", de Fátima Leão, e também a música "Diga pra mim", da consagrada compositora Martinha, que se destacara durante a jovem guarda, parceria dela com Iranfe.
Em 1989, lançaram, pela RGE, aquele que seria o último disco da dupla. Desse disco fizeram parte as músicas "Moça do carro de boi", de Carlos César e José Fortuna, com participação especial de Marlene Fortuna, viúva de José Fortuna; "O Rei da estrada", de Carlos César e Virgínia Kheer, e "Manhã sem aurora", de Carlos César e José Fortuna, além de outras como "Lua e flor", de Oswaldo Montenegro, "O menino da gaita" "El Chico de la armonica", de Fernando Arbex em versão de Sergio Reis; "A volta do boiadeiro", de Teddy Vieira; "Vai meu carro velho vai", de Juraci e Marcito, e "O chalé de madeira", de Leonardo. No mesmo ano, a dupla apareceu em duas coletâneas "Parada country sertaneja", da Chantecher, com a música "Doces memórias", e no LP "Som Brasil", do Som Livre, relativo ao programa homônimo apresentado pela TV Globo, no qual cantaram a música "Lua e flor", de Oswaldo Montenegro. Em pouco mais de dez anos de carreira, a dupla gravou sete discos de carreira e participou de sete coletâneas tendo lançado discos pela gravadora Continental, Chantecher, Brasil Rural, RGE, e Som Livre, além de fazer apresentações em programas de Rádio e Televisão como "Viola minha viola", "Som Brasil" e outros, além de shows em feiras agropecuárias, festas de rodeio e outros eventos, deixando seu nome marcado na história da música sertaneja.
Ficou conhecida com "A Nova Maravilha Sertaneja" devido ao modo de interpretar, a instrumentação e o repertório, com visual bastante original e inovador.
Carlos César faleceu em 2002.

Moreno e Moreninho
Moreno (Pedro Cioffi) nasceu na cidade mineira de Machado, em 27 de dezembro de 1925.   
Seu irmão Moreninho (João Cioffi) também nasceu em Machado, no dia 29 de setembro de 1927,  
Os dois começaram a cantar em 1949, na Rádio Cultura de Poços de Caldas, de onde se transferiram, após quase cinco anos, para a Rádio Record São Paulo e lá permaneceram mais quatro. 
Passaram pela Rádio Tupy até serem contratados pela Rádio Nacional de São Paulo (atual Rádio Globo), na qual ficaram por nove anos.
Depois, as rádios Bandeirantes, por anos, e Nove de Julho, por seis.
Em 1953, a dupla gravou pela Sinter, no Rio de Janeiro, o primeiro disco, 78 RPM, com as músicas Namoro moderno, de José Eloy Garcia e Moreno, no Lado A, e Nossa Senhora Aparecida, de Moreninho, no Lado B. Em 1956, Moreno e Moreninho fizeram sucesso com a congada “Treze de Maio”, de Teddy Vieira, Riachão e Riachinho, a mesma apresentada no Teatro de São Paulo no ano anterior.
Riachão e Riachinho, com nomes de registro civil Vitório e Orlando Cioffi, são irmãos de Moreno e Moreninho, da mesma forma que o cantor caipira Catireiro (Omero Cioffi).
Ainda se destaca a musicista e cantora Morena (Ivone Cioffi Monteiro), filha de Moreninho, com a qual o violeiro formou uma parceria de 12 anos e seis meses, que resultou na gravação de cinco CDs.
Em 1959, alegando motivos pessoais, Moreninho desfez a dupla e retornou para Poços de Caldas, o que obrigou Moreno a cantar, por algum tempo, em dupla com Paraguai e, depois, com Adolfinho.
Por seu turno, Moreninho também formou dupla com Minuano, em 1975, a qual durou dois anos. Depois, Moreninho procurou o irmão Moreno e refizeram a dupla por mais algum tempo.
Moreno e Moreninho gravaram centenas de canções, explorando os ritmos do folclore brasileiro, a exemplo das folias de reis, congada, catira, toada, cururu, rasqueado, recortado e xote, além da moda de viola. Foram dezenas de discos, desde 1953, entre 78 RPM, 
Compactos simples e duplos, e LP, e foram centenas de canções.
Destacam-se Viola de pinho (Aristides Dela Costa e Moreno), Canarinho amarelinho (Moreno e Brejinho), Pescador vagabundo (Moreno e Roque José de Almeida), Mané Tibiriçá (Roque José de Almeida e Moreno), Professora e o vagabundo (Moreninho),Louvação a São Gonçalo (Geraldina e Rodrigues), São Gonçalo (José Alves e Moreno),Alma de caboclo (Duo Jubileu e Moreno), Tirana ingrata (Moreno e Moreninho), Rei Pelé (Moreninho), Saudades de Rosalina (José Alves e Moreno) Viola, minha viola(Moreno).
Moreno faleceu em Poços de Caldas, em 14 de dezembro de 1995.

Moreninho faleceu em Campinas (SP), no dia 23 de abril de 2008.


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