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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Angelino de Oliveira 16/05/12

Angelino de Oliveira
 “Tristeza do Jeca”.
Nasceu em 21 de abril de 1888. Ainda criança mudou-se para Botucatu/SP. Morou ainda em Ribeirão Preto/SP, onde cursou a Escola de Farmácia e Odontologia, e São Paulo, onde faleceu em 24 de abril de 1964.
        Foi em Botucatu que Angelino desenvolveu a maior parte da sua atividade musical, sendo o músico local mais cultivado da cidade, embora outros tenham alcançado maior fama como Raul Torres e Antenor Serra, o Serrinha.
Em sua homenagem foi instituído, em 1967, o "Dia do Sertanejo", comemorado no último domingo de junho.
        Em 1982 foi instituída a semana "Angelino de Oliveira" que anualmente celebra-se na semana que inclui o dia 17 de junho.
Existe na cidade a "Escola Estadual de Primeiro Grau Angelino de Oliveira", bem como uma rua com seu nome na Vila Nova Botucatu.
Foi-lhe concedido post-mortem o título de Cidadão Botucatuense.
Em sua obra destacam-se canções, tangos, valsas, sambas-canções, e até um fox-trot. O que mais se aproxima da música sertaneja são suas toadas, como a famosa "Tristeza do Jeca".
Uma das edições desta música, na década de 20, traz na capa a indicação de gênero: Canção. O ritmo da melodia é diferente do que hoje se canta, bem como o andamento sugerido na partitura: Lento. Até uma parte da melodia está em altura diferente do que hoje se canta, modificação provavelmente introduzida pela gravação-versão de Tonico e Tinoco (fato já apontado por Paulo Freire em seu livro sobre o compositor).


        A primeira garvação de Tristeza do Jeca feita em disco data de 1922 ou 23, interpretada pela orquestra Brasil-América, numa versão instrumental. A segunda saiu em 26 e foi interpretada por Patrício Teixeira (1893 - 1972) cantor carioca, da turma de Pixinguinha e Donga.
        Em 1937 foi gravada por Paraguassu, pseudônimo de Roque Ricciardi (1894 - 1976) que ficou famoso como cantor de serenatas, as modinhas, gênero de música romântica muito popular no inicio deste século.
Anteriormente ele gravara outras músicas de Angelino. Em 31, lançou em disco Tenho pena dos meus olhos, canção, absolutamente romântica, sem "um pingo de sertão". Em 36, gravou "Lua cheia".
Some-se o fato de 'Tristeza do Jeca ser publicada em partitura e em época anterior ao primeiro "boom" da música caipira, ocorrido em 1929 com as gravações pioneiras de Cornélio Pires, quando autênticos caipiras entraram finalmente na indústria cultural.
"Tristeza do Jeca", também foi gravada por Tonico e Tinoco.
Regravada, ao longo do tempo, por muitos outros artistas, foi um sucesso tão grande que logo atravessou nossas fronteiras e tornou-se conhecida em diversos continentes.
        Seu compositor, Angelino de Oliveira, nascido em Itaporanga, em 17 de junho de 1889, foi um verdadeiro homem dos sete instrumentos: Dentista, escrivão de polícia, comerciante, radialista, violonista, trombonista, compositor.
Mas seria com esta última profissão que ficaria para sempre na história de nossa música.
Além de Tristeza do Jeca, Caboclo Velho, Encruzilhada, Sabiá e Prece, são verdadeiros clássicos sertanejos.
Aos 6 anos de idade Angelino mudou-se, com os pais, para Botucatu, próspera cidade cujo comércio de café e algodão atrai lavradores, tropeiros, mascates, entre outros.
Ali faz seus primeiros estudos e toma contato com violeiros vindos de diversos pontos do Brasil, em busca oportunidades, o que desperta seu interesse para música caipira.
Mais tarde, em Ribeirão Preto/SP, faz o curso de odontologia. Mas a atração pela arte o acompanha e, agora casado com Maria Malleus, volta para Botucatu e abre a loja "A Musical", onde vive em meio às partituras, instrumentos..., e conversa com os amigos sobre seu tema preferido: A música.
Contudo, o comércio não lhe agrada e Angelino fecha a loja, deixa de exercer a profissão de dentista e vai trabalhar na Rádio Municipal de Botucatu, onde ocupa o posto de diretor artístico. Nesta mesma época, ingressa na Banda de Música São Benedito, onde toca trombone. (É também exímio violinista e violonista).
De seu encontro com José Maria Pires nasce o duo Vi-Gui (primeiras sílabas de violão e guitarra) e, em seguida o pianista Luís Cardoso se junta a eles e formam o Vi-Gui-Pi (Violão, Guitarra e Piano).
        Angelino, homem inquieto, curioso, estudioso, faleceu aos 74 anos (24/04/1964), deixando sua marca na música, entre tantas de igual valor, destaca-se "Tristeza do Jeca", este verdadeiro "Hino Caipira".
Marilda Cavalcanti escreveu "Angelino de Oliveira o inspirado autor de Tristezas do Jeca", uma obra que reúne farta documentação além da discografia e musico grafia, de Angelino.
Biografia enviada por Elizabeth
Você Sabia que?
        Para compor a música "Tristeza do Jeca", Angelino inspirou-se no 'Jeca Tatu', personagem do livro "Urupês", que Monteiro Lobato havia lançado naquele mesmo 1918.
Angelino iniciou sua carreira musical na "Banda São Benedito", por volta de 1908.
Além das celebrações religiosas, a banda animava as tardes de domingo com apresentações públicas, no coreto da cidade.
Em 1911, Angelino de Oliveira integrou a orquestra do Grêmio Literário e Recreativo, clube criado pela elite botucatuense para incrementar as atividades sociais da cidade. Cabia a orquestra animar os bailes promovidos pelo clube com danças de salão.
Angelino, filho único de lavradores, era autodidata. Ele tocava violão, guitarra portuguesa e violino, na orquestra do Gabinete Literário e Recreativo, e trombone na Banda de Música São Benedito.
Em 2009 a Semana Angelino de Oliveira, em Botucatu/ SP, misturou música e manifestações artísticas em um evento que relembra e homenageia o compositor já há 27 anos.
Por volta de 1917 Angelino, já reconhecido como músico e violonista talentoso, formou com José Maria Perez o duo Violguita (nome formado com parte dos nomes de seus instrumentos).
Para quem não conhecia Angelino, ele dava a impressão de ser bravo e mal-humorado. Sempre com a "cara séria", óculos de lentes grossas ("fundo de garrafa") e realmente não ria muito. Mas, para os amigos, era muito diferente... "Fala mansa", humor fino, irônico.
Contribuição de Elizabeth
Em 1940, Angelino torna-se o diretor artístico da recém criada rádio PRF-8, onde criou e dirigiu programas, como: Alma Sertaneja e Hora Literária.

Marcio e Murilo
Marcio e Murilo, mineiros de São Tomás de Aquino e São Sebastião do Paraíso, colhem hoje o sucesso do CD ? Fora do Sério?,
Levando muita alegria e descontração onde passam com um trabalho inovador de alta qualidade, apresentado com carinho e respeito ao público. Dono de uma das mais diferenciadas vozes Marcio e Murilo têm em seu caminho uma carreira brilhante. 
Márcio e Murilo, amigo que se conheceram por causa da paixão pela musica sertaneja.
Apaixonado pelo estilo a dupla lançou o 1º CD, "FORA DO SÉRIO", com musicas de composições próprias que vão do sertanejo universitário a musica raiz.
TRANQUEIRA musica que projetou a dupla em toda região mineira os traz para brilharem também no estado de São Paulo.
         A dupla já participou de vários programas de TV sendo os mais recentes: Holofote dos nossos queridíssimos amigos Kiko Magrini e Nianara Biguetti, o Programa do Povo com Oliveira Junior e O Canto Caipira com Leme Filho.
Marcio e Murilo vêm a cada dia conquistando o carinho e a admiração do público que aprecia uma boa musica sertaneja. Sinal dessa conquista é a presença da dupla no ARENNA COUNTRY BAR - em Ribeirão Preto/SP sempre com casa cheia.


Marcos & Felipe
            Nasceu no ano de 2002, tocando na noite goiana em diversos bares e restaurantes da cidade.
Carisma, Humildade e Persistência são os pontos fortes da dupla. Realizaram um grande sonho em agosto de 2008 gravando seu primeiro CD e DVD. Com as músicas de trabalho, DESCE UMA LÁ, GALERA DO BUTECO e É TEMPO DEMAIS.
E devido ao grande sucesso e o apoio de todos os fãs e amigos, a dupla lança seu segundo trabalho ao vivo em CD e DVD (TE QUERO DEMAIS), no dia 20 de fevereiro de 2010, eles mostraram mais uma vez o grande potencial da dupla trazendo novos sucessos como: EU NÃO VOU CHORAR TE QUERO DEMAIS, É TARDE PRA VOLTAR entre outros grandes sucessos da Dupla.
         Nos shows de Marcos & Felipe, buscando sempre a inovação apresentam um repertório que agrada a todos os gostos e idades, cantam e encantam a platéia, interpretando músicas de vários artistas sertanejos e os sucessos de seus CDs.
É comum encontra-los realizando grandes eventos, entrevistas em rádios e em programas de televisão onde conquistam cada dia seu espaço e ainda mais notoriedade entre o público e a mídia.
         A vida da dupla começou a mudar e a cada dia a carreira se configura em bases sólidas, mostrando que com o talento e a sintonia de Marcos & Felipe. Com o pé no chão, os dois seguem batalhando com vários shows e a agenda cada dia mais disputada.
Agora sim, o sonho que até então era distante passa a acontecer e se torna realidade. Marcos & Felipe agora se adaptam à nova rotina, Shows, Participações Especiais, Entrevistas...
         A reciprocidade do público nas cidades onde se apresentam, indica que Marcos & Felipe é uma dupla de muito talento e carisma, com sua simplicidade seguem firmando o nome entre as maiores duplas sertanejas do país. Persistindo no sonho de ter seu talento reconhecido, já possuem todos os motivos para comemorar a sua bela trajetória.
Atualmente, o carinho do público se faz tão presente que a dupla ganhou vários fã-clube e muita admiração por onde passa.
Desde então todas as músicas são tocadas nas mais influentes rádios do Brasil. Ganhando assim o respeito e o carinho dos ouvintes e amantes da música sertaneja.
Biografia enviada por EutonR102Fm em 13/2/2012

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