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terça-feira, 24 de julho de 2012

Raphael & Marco 24/07/12

Raphael & Marco
Começaram na carreira musical bem cedo. Tocavam e cantavam com seu pai, Marco Aurélio “O Repentista”, que também é músico, acompanhando-o em shows e bailes no estado do Rio Grande do Sul. Raphael permaneceu cantando ao lado do pai por, pelo menos, 10 anos enquanto Marco, no mesmo período, trabalhava como guitarrista em bandas da região, em estúdios de gravação e estudava música. Marco torna-se um músico completo com aperfeiçoado conhecimento teórico que, aplicado na prática, deslumbra quem ouve. Após alto nível de estudo em técnica vocal , amadurecidos na carreira profissional, Raphael & Marco resolvem, no ano de 2009, formar uma dupla sertaneja e começam os preparativos escolhendo repertório, ensaiando a banda, etc.
No ano de 2010, já com a música de trabalho, “Te Amar Não Valeu”, lançada, a dupla é convidada para participar da Festa Nacional da Música, realizada na cidade de Canela, RS. Na festa, os meninos puderam estar entre os maiores nomes da música brasileira, fazendo contatos importantíssimos no intuito de alavancar a carreira da dupla. Lá, são convidados para a inauguração do museu nacional da música, na cidade de Canela, e são os únicos artistas a se apresentar no evento. A dupla aparece em uma matéria de meia página na revista da Festa Nacional da Música 2010.


Raphael & Marco participaram, também, da maioria das festas realizadas pela rádio Farroupilha, pertencente ao grupo RBS, no ano de 2010 e participaram de diversos programas de rádio e TV afim de divulgar ainda mais seu trabalho. No mesmo ano, a dupla já anima festas nas maiores casas noturnas de Porto Alegre e região.
Já em 2011 a dupla viaja para o noroeste catarinense e para o sudoeste paranaense pra divulgar seu trabalho nas emissoras de rádio e TV local.
 Em duas viagens, a dupla, já com 5 canções lançadas, tem suas músicas entre as mais tocadas nas maiores rádios da região e uma popularidade gigantesca.
Após emplacar os sucessos “Te Amar Não Valeu”, “Amo Demais” e a divertidíssima “Eu Não Faço Pescaria”, a dupla prepara o lançamento do primeiro CD com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2011.

ULISSES E MOISÉS,
DUAS VOZES CONQUISTANDO O BRASIL
Terceira geração de uma família de sertanejos, Ulisses e Moisés nasceram em Santo André, São Paulo. Filhos e netos de violeiros não poderiam ter outra profissão. Mudaram para Taquaritinga ainda crianças onde escolheram fixar suas raízes e desta forma, carregam o nome da cidade por todos os lugares que passam demonstrando o orgulho de serem taquaritinguenses.

Como músicos, muita experiência, primeiramente Ulisses cantor de renomada banda taquaritinguense e Moisés vocalista de bandas de baile de nossa região e hoje, sendo considerado um dos maiores compositores do Brasil, com canções gravadas pelos maiores artistas sertanejos como Edson, Maria Cecília e Rodolfo, Gian e Giovane, Rick e Renner e o grande sucesso: da novela A Favorita da Rede Globo - A Chapa Vai Esquentar.
Em 13 anos de carreira se apresentam nas melhores casas de show dos principais estados do Brasil, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e com este novo trabalho expandindo para o Nordeste brasileiro.
Encantando o público com muito talento, carisma e profissionalismo; divulgando o 6 cd da carreira e apresentando o que há de melhor na música sertaneja com muita personalidade, Ulisses e Moisés já não são mais uma promessa e sim uma realidade da musica sertaneja do Brasil.

Breno e Gustavo
Gustavo é a primeira voz e toca gaita (como ele chama o acordeom). Breno, a segunda voz, também tira um som na viola caipira. Ambos são produtores musicais e se conheceram nos estúdios. Na época, eles acompanhavam músicos em shows e gravações. De encontro em encontro, a afinidade veio à tona e eles decidiram ensaiar e tentar uma carreira.
A dupla foi formada em 2005. Mas, o sonho do sucesso é antigo. Afinal, os meninos cresceram em meio a talentos. O avô de Breno e um tio formam a dupla Advogado e Engenheiro e a mãe, Lia Monteiro, é cantora, e o pai, Euclides de Freitas, é radialista e lançou famosos como: Chico Rei e Paraná, José Mulato e Cassiano, Rick e Renner, etc. “Um dia, o Programa Terra Nativa, do Guilherme e Santiago, contava a história de Rick e Renner, quando Rick mandou um abraço para meu pai. Foi onde tudo começou”, lembra Breno.
Gustavo tem o pai cantor (coral de igrejas) e a avó contralto (segunda voz feminina em orquestras). Sua bisavó também era talentosa e tocava violino. Com apenas quatro anos ele ganhou do pai uma sanfona, e vieram os primeiros acordes. Logo viram que o guri tinha a veia artística da família: “aos sete anos pedi uma gaita de Natal. Logo fui para o conservatório, e com 14 anos saí tocando e não parei mais”. O gaúcho, que cantava músicas regionais, veio em 1997 para Brasília fazer o curso de Verão da Escola de Música (EMB), e, acabou ficando. “Este foi o verão mais longo da minha vida”, conta aos risos. Hoje, Gustavo já é músico profissional. Mas, continua estudando na EMB e participando dos cursos de verão. (http://www.emb.com.br)
Carreira
A dupla Breno e Gustavo está em fase de pré-lançamento. Gravaram o primeiro disco, Sintonia, no intuito de mostrarem seus talentos. Eles têm composições. Mas, neste disco utilizaram regravações, misturadas às músicas da dupla. Há músicas de Zé Mulato & Cassiano, Peninha, Rick, César Augusto e Zezé di Camargo, dentre outros. Segundo Breno, é mais fácil vender um produto conhecido. “A estratégia é comum e foi usada por César Menotti e Fabiano, Jorge e Matheus e Vitor e Léo”, afirma. Ele lembra que as rádios trabalham músicas inéditas. Mas, que o que destaca é o trabalho autoral. Quanto a cederem suas canções, Gustavo brinca: “música nossa é tão boa que a gente guarda para nós”.
No começo de carreira é comum fazer participações em abertura de shows e tocar em casas noturnas. Com Breno e Gustavo não está sendo diferente. A dupla cantou com Chico Rey e Paraná (2007) e faz participação em shows pela Capital. Também cantam semanalmente em uma casa de Taguatinga. Eles gostaram da experiência de abrir o show de uma dupla de sucesso e sentiram-se à vontade no palco frente à platéia lotada. Já quando o assunto é televisão, Gustavo confessa: “não fico nervoso no palco, só na televisão. Sou tímido!”. Eles já apareceram em várias emissoras. Tudo faz parte do lançamento do trabalho.
Inspiração
Segundo Breno, a música sertaneja tenta contar histórias que todo mundo vive. Ele defende: “muita gente fala que é música de chifrudo”. Mas, tem a música do relacionamento que deu certo, do que deu errado, do cara que gosta da mulher do amigo. Tudo quanto é história do dia-a-dia, normalmente são os temas que a gente usa para compor sertaneja.
Fã Clube
A irmã de Breno, Sarah Gabriela, está organizando o primeiro fã clube da dupla. Os dois falam da importância deste apoio. “O fã clube puxa o púbico, anima a galera. Se um não começar a bater palma, ninguém bate”, fala Breno que não acha a reação exagerada. Para ele, todo artista gosta. O grupo tem coreografia, grito de guerra e camisetas personalizadas. Breno e Gustavo dão presentes aos fãs, como CDs, descontos e cortesias. A coisa é bem organizada e todo material publicitário deve passar pela aprovação da dupla.
Assédio
Todo cantor passa por situações de euforia e assédio por parte dos fãs. No caso da dupla não é diferente. Breno e a noiva lidam bem com a situação. Ele conta que ela não gosta de ir aos shows, pois eles estão preocupados com o trabalho e não podem dar atenção. “Mas, mulher de músico tem que ser mulher de músico”, ri Breno. Já com Gustavo, apesar do assédio e suspiros que seus belos olhos azuis e o sorriso causam, sua esposa entende bem a profissão. Quando se conheceram ele já tocava em bares, saindo à noite, e chegando de manhã. No caso dele a história inverte - Gustavo não leva a esposa para os shows, pois é ciumento. “Ela é bonita e os caras chegam nela! Aí eu perco a concentração”, confessa.
Sangue de barata
Falta de limite é te arranhar, beijar, arrancar pedaço da roupa. Breno lembra que levou levei uma arranhada nas costas que quase o arrancou pedaço. Já Gustavo fala sobre a fã, que o pediu um beijo e mordeu seu pescoço: “fiquei bravo, pois ficou roxo”. Mas nem por isso os meninos perdem a pose. Breno explica que um fã que se ganha, traz mais 10. Já o que se perde, leva 50. Por isso, mesmo que haja exageros, eles não tratam ninguém mal. “Para isso tem o chato da dupla, que geralmente é um produtor ou o empresário”, diz Breno. “O sonho de todo artista é ser parado para tirar uma foto com alguém que ele nunca viu. É isso que a gente busca”, completa Gustavo. A oportunidade de o fã ter contato com os ídolos é nos shows, ou quando os encontra ocasionalmente. Em Brasília não há tanta euforia, pois eles moram aqui e circulam livremente. Mas, em outras cidades em que tocam suas músicas o assédio é maior; “a pessoa vê a oportunidade da vida dela naquele momento, quando te encontra. Aí vêm os exageros. Nos shows o artista sai do carro para o camarim. Não tem como se aproximar”, diz Breno.
Patrocínios
Os meninos confessam que é difícil conseguir patrocínio. “Tudo depende do momento da carreira”, explicam. Segundo eles, quando se está em alta, com a música tocando, o patrocínio te procura. Mas quando se está em baixa, que é quando você mais precisaria, há dificuldades. Breno, baseado na experiência da dupla do avô e do tio, fala com precisão: “é difícil colocar músicas nas rádios”. Você fica preso em um ciclo: para fazer shows tem que estar nas rádios.
E para estar lá, tem que estar fazendo show. Um depende do outro”, explica.
Para tocar em uma casa noturna a música tem que tocar nas rádios. Publicidade também é muito importante, e, todo material de divulgação é doado. “Você vai às rádios e deixa uns 50 CDs, que vão para sorteios, diretores, locutores, biblioteca...”, diz Breno. Os Cds para as rádios são investimento promocional. “A gente tem um bom retorno aqui e em São Paulo”, afirma Breno. A música ‘Nóis só qué pode’, lançada em novembro, está entre as 20 mais tocadas no interior de SP. Em abril Breno e Gustavo vão para o interior fechar uns shows.
Mas, os meninos já têm um grande apoio, a empresa Flor do Serrado, que os auxilia no transporte, dentro e fora de Brasília. (http://www.flordoserrado.tur.br)
CURIOSIDADES
Gustavo é um moço prendado.
Ele quem cuida da casa e sabe até cozinhar... Pense!
Até na hora de ir às compras os dois são parceiros. Gustavo, vaidoso, pede dicas a Breno. Que dúvida né amigo!

Tom & Arnaldo
Tudo começou como brincadeira. Mas quem presenciava as apresentações de Tom & Arnaldo, seja em festas de faculdades, repúblicas ou até mesmo em churrascos de amigos notava que o talento dos dois jovens era grande demais para ficar restrito a eventos informais. Foi dessa forma e com muito talento e carisma que a dupla iniciou sua carreira no ano de 2006.
Mas a intimidade dos garotos com a música vem de longe. TOM além de tocar violão desde pequeno animava os amigos de escola cantando sucessos sertanejos. Assim como o parceiro, ARNALDO também se dedica ao violão desde criança. Foi então que em 2002 o destino tratou de fazer cruzar o caminho dos garotos. A partir daí nasceu uma grande amizade que culminou com o desejo de dividir juntos a paixão pela música.
Em 2008, o alto astral que a dupla demonstra nos palcos está se refletindo na carreira. No dia 7 de março deste ano TOM & ARNALDO realizaram um sonho: a gravação do primeiro CD. O disco que foi gravado ao vivo no Villa das Flores contou com um repertório descontraído, fazendo jus perfeitamente ao estilo apresentado por eles, o sertanejo Universitário. Aliás, estilo esse que tem casado com a personalidade da dupla, sempre afeita a brincadeiras e interações com o público, gerando uma empatia única que já se transformou na marca registrada de TOM & ARNALDO.
Com shows marcados para várias cidades do interior paulista e até em estados longínquos como Alagoas, a dupla que conquistou Ribeirão Preto pretende agora levar seu estilo único para outros cantos do Brasil.

Zezé di Camargo & Luciano
Dizem que uma das piores táticas é contar alguma coisa por meio de números, já que as pessoas não se lembram de números, mas de histórias. Pois bem, “Zezé di Camargo & Luciano”, o disco que você tem em mãos, conta 16 (belas) histórias. E são essas que ficarão. Mas é impossível falar da dupla sem falar de números, pois estes são impressionantes.
Se você quer o resumo em apenas um escore do que os dois goianos de Pirenópolis conquistaram em 17 anos de carreira, basta dizer que nestas quase duas décadas eles venderam aproximadamente 3 discos/CDs por minuto. Sim, a conta não está errada. Foram 26 milhões de cópias de seus 19 álbuns (contando os CDs de carreira, os dois trabalhos em espanhol e um duplo ao vivo).
Em pesquisa recente, a dupla, que faz em média 120 shows por ano com 30 mil pessoas (também em média) por apresentação, foi apontada como artistas mais populares, mais escutados e preferidos do Brasil, em 2007 e 2008 (pesquisa Datafolha). Chega de números?
Mesmo com todo esse estofo, a primeira faixa do trabalho que leva o nome dos filhos de Francisco é um depoimento de Zezé em que ele diz: “Os últimos anos foram os mais difíceis da minha carreira”. Mas fecha os 40 segundos iniciais otimista: “Deus me ensinou que mais bem tenho para dar do que mal para tirar”. Emendam com uma das mais belas composições de outra célebre dupla, Roberto e Erasmo Carlos, “A Distância”, em violão e voz e versão emocionante.
Um bom exercício da capacidade de composição da dupla vem na faixa seguinte, “O Que Vai Ser de Nós”. Pegue o refrão: “Eu vou pagar pra ver/ Mas na verdade sou completamente louco por você/ Sei que pisei na bola e agora posso ver/ Que só aprontei, te machuquei, te fiz sofrer”, e tente encaixar a métrica em uma harmonia. Pois Zezé & Luciano tiram de letra, embalados por guitarra e bateria.
“Nóis Namora” está entre o sotaque do xote sulista e do forró nordestino, carregada no acordeom e no mais que formal “nóis” do título e letra. O grupo Roupa Nova faz os arranjos da bela balada “Não Quero te Perder”, e o acordeom volta dando um toque country em “Estrada do Amor”.
“Perdi você/ Sem a gente brigar/ Com meu medo de amar”, canta Luciano na balada de violão “Faça Alguma Coisa” abrindo a porta do disco para uma viagem pelo Brasil. “Nunca Amei Assim” tem cheiro de café, de terra, e é tão rica em detalhes que vale ouvi-la com fones de ouvido, prestando atenção às camadas de som.
O passo seguinte da dupla é no Maranhão, no acento reggae com cheiro de praia de “Valeu Demais”. “Pelos Botecos do Brasil” mantém a viagem pelo Nordeste com naipe de metais. E voltam ao sertanejo em “Agora”, com belo texto: “Não quero te perder/ Não quero escolher a solidão”. Mais uma vez acionam guitarra, que segura o refrão, em “O Melhor é Dar um Tempo”. Já “Vida Boa” é hedonista ao talo, um verdadeiro hino ao prazer.
Zezé di Carmago & Luciano pegam a estrada de volta ao sertanejo romântico em “Amor Correspondido”, e o naipe de metais encontra um arranjo de cordas em “Prisioneiro da Saudade”. Mas a viagem só termina com a linda versão instrumental, em violão e acordeom, do chamado clássico da dupla, “É o Amor”. Ao menos a canção que os levou à fama nacional em 1991.
São tantas as histórias que não foi nem preciso falar de “Dois Filhos de Francisco”, a saga da dupla no cinema. As 16 histórias de “Zezé di Camargo & Luciano”, dedicadas a Silvinha Araújo pela dupla, bastam para sustentar o que eles fazem de melhor – música boa. E não sou eu quem o digo, mas o Brasil.

Marcelo Neves
Marcelo Neves, natural de Campinas no Estado de São Paulo, Brasil, teve seu início na música através de seus próprios pais.
Desde muito criança acompanhava seu pai cantando em festas familiares e rodas de amigos. Mas foi só na adolescência que Marcelo começou a ter o real contato com a música através da formação da primeira banda de rock com os amigos da escola. Durante esse período, Marcelo acompanhava a evolução da cultura musical brasileira bem como procurava definir ao certo o estilo musical que mais gostaria de aprender e cantar. Então somente a partir dos 22 anos em 1992, Marcelo se decidiu a investir tempo e dinheiro no estilo sertanejo brasileiro formando assim a dupla Marcelo e Maurício. A dupla gravou ao todo 4 cds completando 10 anos de carreira. A partir daí Marcelo vem para o Canadá em 2004 a convite de sua família com os principais objetivos de mostrar sua música e conhecer outra cultura. E logo Marcelo começou a fazer alguns shows acompanhado de músicos locais. As pessoas foram conhecendo o talento e a versatilidade do cantor que se tornou conhecido nas comunidades portuguesa e brasileira.
Muitos shows e conseqüentemente, em Setembro de 2005, o lançamento do seu primeiro cd solo da carreira. Sucesso de vendas em pouco tempo e muitos shows garantiram a Marcelo Neves o Disco de Ouro com o grande hit “O Bicho Vai Pegar”.
E na carona deste grande sucesso, Marcelo Neves lançou em Junho de 2006 seu segundo cd solo intitulado “Solte a Garganta”. Marcelo conta que, a partir deste trabalho, começou a utilizar 3 produtores sendo 2 do Canadá da comunidade portuguesa John Ferreira e Hernani Raposo, como também um do Brasil, Maurício Antunes. As músicas “Amor Carrapicho” e a balada “Quero Saber o que é Amor” foram algumas das mais executadas, levando assim, mais uma vez, a conquista de outro Disco de Ouro coroando mais o talento e o trabalho de Marcelo Neves.
Já no ano de 2007, com a carreira estabelecida e muitos shows pelo Canadá, Marcelo lança no mercado o cd “Bailão do Marcelo Neves”, apostando na fórmula que já vinha sendo utilizada nos shows onde o cantor direcionava para a festa, alegria e muita dança. Os sucessos consagrados “Na Sola da Bota” e “Tá Bombando” foram os destaques.
Em 2008, Marcelo Neves aposta em um trabalho focado em canções inéditas e lança o quarto cd intitulado “Coração Sem Vergonha” . Este cd além de contar com compositores de renome no Brasil, como Elias Muniz, Chico Amado e Rick, inclui ainda composições próprias e de autores novos da própria comunidade. Maurício Antunes, John Ferreira e Hernani Raposo assinam a produção do álbum com muita propriedade mostrando assim, os diferentes estilos que Marcelo pode interpretar.
Vale ressaltar também que Marcelo Neves tem incluído em todos os seus CDs alguns temas em Inglês, atingindo assim ao público Canadense, que a toda apresentação do cantor surpreende-se com sua versatilidade nos diferentes idiomas, trazendo além disso, convites para shows no Brasil, EUA, Portugal, França e Alemanha.

Fabiano & Bonatto
 É uma dupla de cantores, produtores e músicos da nova geração da música sertaneja. Uma dupla do Rio de Janeiro com o som e carisma carioca.
Diferente das duplas sertanejas já existentes, Fabiano & Bonatto não se conheceram quando crianças nem tão pouco no interior da Cidade Maravilhosa.
Fabiano Rocha, carioca da gema, já tem seu nome marcado no meio musical. Além de cantor, é um baterista de mão cheia!
Como baterista fez e faz parte de populares programas de Show e TV. Domingão do Faustão, Caldeirão do Huck e Show da virada, todos da Rede Globo de Televisão, lhe proporcionaram tocar praticamente com todos os grandes nomes da música brasileira, principalmente com os do gênero sertanejo.
Tornando-o mais do que familiarizado com o estilo. Na condição de cantor também participou de interessantes projetos. Possui bom destaque no meio publicitário cantando jingles para os mais variados produtos e por ter uma voz "versátil", trabalha com freqüência com dublagens de canções de filmes, desenhos, seriados e algumas produções da Disney.
Para compor esta dupla Carioca de forma perfeita, Fabiano convidou o cantor e amigo de trabalho Bruno Bonatto.
Bonatto, carioca mas com raízes mineiras, pois seus pais são de Miraí, interior de Minas Gerais, trouxe o tempero que faltava a dupla.
Em sua infância, Bonatto, aprendeu a tocar violão e já na adolescência exibia seu talento em apresentações em clubes e restaurantes, cantando e tocando os clássicos da música sertaneja. Já no Rio de Janeiro passou a integrar renomadas Bandas de Bailes e Eventos, se apresentando em importantes casas da cidade, obtendo destaque nesse cenário.
Fabiano & Bonatto são um dos representantes da renovada música sertaneja, possuindo o diferencial de alternarem suas vozes entre 1a e 2a vozes. Não havendo assim um cantor único. Juntos vieram compor o cenário sertanejo com o som do campo mesclado com o pop, romantismo e temperado com muito sol e mar. Essa fusão de estilos, experiências e culturas musicais deu início a esta grande dupla sertaneja carioca, Fabiano & Bonatto.
Em pouco tempo de estrada a dupla já se apresentou nas maiores casas noturnas e de shows na cidade e no interior do Rio de Janeiro, foi a primeira dupla a fazer um evento como atração principal na casa de shows Canecão e foi agraciada com a participação na coletânea da Som Livre - Coração Sertanejo com a música "Melhor Pra Gente". Com todas as apresentações e shows no Rio de Janeiro Fabiano & Bonatto vem escrevendo seu nome na música sertaneja carioca.


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