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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Bruno E Aislon 12/09/12

Bruno E Aislon
Formada em Março de 2011, Bruno e Aislon é uma jovem dupla sertaneja universitária de Brasília.
Com composições próprias à dupla vem conquistando fãs por onde passam atualmente a dupla é figura carimbada em vários barzinhos e casas de shows do Distrito Federal.
Ambos sempre foram apaixonados por música, mas só agora teve a oportunidade de se dedicarem totalmente a carreira, o principal objetivo da dupla é conseguir um bom empresário, e com muita fé em Deus atingir o sucesso e serem reconhecidos pelo o Brasil, por que não o mundo?


 ADÃO MARINS & XITON DA VIOLA
Adão Afonso Marins, nasceu em 1955, no Distrito de Pindaíbas, no Município de Patos de Minas-MG. É desenhista, pintor, serigrafista, decorador de vitrines, artista plástico, cantor e compositor. Demonstrando grande interesse pelas artes, abandonou a enxada e a lavoura em 1975 e veio para a cidade à procura de dias melhores. Não tendo condições e nem conhecimentos para a compra de materiais adequados para desenvolver seus trabalhos, limitava-se apenas em desenhar memórias do campo em pequenos pedaços de madeira. Em 1977, excursionou por algumas cidades do Estado de Goiás. Em Padre Bernado-GO participou de varias Exposições Coletivas, patrocinadas por entidades culturais e com apoio da Prefeitura Municipal, na pessoa do Sr. Modesto Martins Carvalho. Na cidade de Pirinopolis- GO, na sede da PIRETUR local, encontram-se vários trabalhos de sua autoria. Em 1979, a convite de um amigo mudou-se para Brasília onde foi estagiário do Correio Brasiliense, como Repórter Fotográfico. Nos fins de semana vendia seus trabalhos na torre de televisão. Em alguns momentos teve conhecimento da fome e da solidão rotineira da cidade grande. No dia 21 de outubro de 1979, foi destaque na página de integração do Jornal Correio Brasiliense com uma foto e a seguinte manchete: Adão Marins realizará exposição para a cidade satélite de Braslândia. Nos destaques diziam: “Adão Afonso Marins, jovem pintor e artesão, está preparando uma exposição para a cidade satélite de Braslândia”, e de 16 a 20 de novembro foi realizada uma coletiva no saguão do Eldorado Palace Hotel, com a participação de outros artistas. Em 1980, voltou a Patos de Minas onde encontrou o mesmo calor humano que sempre recebera de seus parentes e amigos. Na edição de n° 21 do dia 31 de março de 1981, da revista A DEBULHA, o nome de Adão Marins foi lembrado como um dos artistas patenses que lutam em prol da Casa de Cultura. No I Encontrão Cantar na Praça recebeu muitos elogios do meio artístico e cultural patense, quando homenageou Joaquim Fubá, com quadro em auto relevo, feito com objetos do nosso cotidiano. Para fazer a barba, foi usado fubá de milho. A camisa de pano xadrezinho, o chapéu de palha original e os óculos de madeira com lentes de acrílico. Esse trabalho foi mostrado também em Slides nos colégios e entidades culturais. Em agosto de 1981 participou mais uma vez do “II Encontro de Arte”, patrocinado pelo Departamento de Educação e Cultura e apoio das Entidades Culturais. Desta vez para registrar o evento, esculpiu em alumínio “Os Cupidos” e dou o trabalho ao D. E. C. Em dezembro de 1981, criou o cenário para o Show de Clarete, “ALDEIA DAS CIGARRAS”, onde foi mais uma vez digno de muitos elogios. Em abril de 1982 participou novamente do II ENCONTRÃO. Apresentou um mural de 3,60 x 2,00 m, onde trazia a imagem da fiandeira e uma poesia de sua autoria. Em 13 de maio de 2001, imaginou o Espaço Cultural e Ecológico do Posto Patão. Em 2004, fez a exposição Memórias das Gerais- Retrospectivas- 27 anos de Arte de Adão Marins. Através do Projeto de Decreto Legislativo n° 191/2005 de 08 de junho de 2006 recebeu o Titulo de Cidadão Benemérito da Câmara Municipal de Patos de Minas, como prova de reconhecimento pelos brilhantes trabalhos prestados a sociedade patense, especialmente na área cultural. São quase 03 (três) décadas de arte nas áreas de fotografias, poemas, quadros, e coisas da roça, aquilo que Adão Marins muito gosta e o povo nem se fala; especialmente a fazendinha cultural.

| Músicas

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